Caso Yoki



Marcos Kitano Matsunaga nasceu em 1970, na cidade de São Paulo, seus avós são os fundadores da empresa alimentícia Yoki. Ele frequentou as melhores escolas desde pequeno, e ao sair do ensino médio, estudou Administração, para então poder assumir o ramo da família.

Aos 42 anos, Marcos foi assassinado pela esposa, Elize Araújo Kitano Matsunaga, com um tiro à queima roupa.

Ambos se conheceram em um site de relacionamento em 2004, o mesmo site que Elize usava para se prostituir. Na época, Marcos era casado, porém manteve seu relacionamento extra conjugal com Elize durante três anos, quando decidiu se divorciar de sua esposa, para então se casar com ela.

O casal vivia uma vida feliz até meados de 2010, quando Elize começou a duvidar da fidelidade de seu marido. Tal desconfiança durou pouco, pois no final de 2010, a moça engravidou e o casal se reaproximou novamente.

Não muito tempo depois, brigas faziam parte da rotina da família, Elize desconfiava de seu marido mais uma vez. Um dia, Elize viajou para sua cidade natal para passar um tempo, e para ficar de consciência mais tranquila enquanto estivesse fora, decidiu contratar um detetive particular. Foi ai que a infidelidade de Marcos foi descoberta, no dia 17 de maio de 2012.

A mulher, furiosa, antecipa sua volta para São Paulo para dia 19 de maio, o mesmo dia que o matou.

Naquela noite, o casal pede uma pizza e Marcos desce para buscar. Enquanto Elize ficava em casa, ela repensava em tudo que havia descoberto e, quando o marido chegou, decidiu tirar satisfação. Foi então que uma grande briga começou, Marcos chegou a dar um tapa em sua esposa e a xingá-la sem parar. Elize correu para o outro lado do cômodo e pegou uma arma para assustar o marido, mas o homem não se importou e continuou os xingamentos, então ela disparou.

Marcos morreu com um único tiro na cabeça, a mulher desesperada para esconder o corpo o esquartejou em seis partes e colocou-as em sacos de lixo, com a intenção de colocá-los em malas para sair do prédio sem que ninguém suspeitasse de nada.

No dia 20 de maio de 2012, Elize saiu de sua casa rumo ao Pará, sua intenção era descartar o corpo de Marcos lá. Porém, no meio da trajetória, desistiu do plano e o deixou em uma rodovia em Cotia (SP). O corpo foi encontrado no dia 23 do mesmo mês, e segundo a investigação da polícia, a principal suspeita era Elize, que não demorou muito a confessar o crime.

Elize colaborou nos interrogatórios e na reconstituição do crime. Quando sua prisão temporária acabou, ela ficou em prisão preventiva até seu julgamento, que aconteceu no dia 5 de dezembro de 2016. Ela foi denunciada por homícidio qualificado e ocultação de cadáver, sendo condenada a 19 anos e 11 meses de cadeia.

Elize

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