O Caso de Joana Cipriano – Morta e dada a comer aos porcos


Joana Cipriano, de nome completo Joana Isabel Cipriano Guerreiro, filha de Leonor Maria Domingos Cipriano, nasceu no Algarve, em Portugal, em 31 de Maio de 1996.
Em setembro de 2004, na aldeia de Figueira, Portimão, desaparecia Joana, na altura, com apenas oito anos. Portugal ficou em suspense, sufocado com o seu desaparecimento, até que, nove dias depois, a prisão da mãe e do tio atiraram todo o país em angústia para um estado de choque e horror.


No dia 12 de Setembro, Leonor – a mãe de Joana – queixara-se do desaparecimento da menina. A mãe andou a distribuir e a afixar folhetos com a fotografia de Joana na aldeia de Figueira, onde residia, e nas redondezas, com a esperança de ouvir novas sobre a menina. Deu, inclusive, entrevistas a pedir que devolvessem a sua filha e que não a maltratassem. Autoridades e voluntários vasculhavam sem parar as redondezas, encontrando nada.

Leonor Cipriano – Mãe de Joana –

No dia 21 de setembro, Leonor e o irmão, João – tio de Joana –, são detidos, surpreendendo toda uma nação. Em interrogatórios, que depois viriam a levantar muita polémica, ambos admitiram responsabilidades na morte da menina, que alegam ter sido espancada até à morte por acidente.

João Cipriano – Tio de Joana –

No entanto, após as confissões, a Polícia Judiciária deu início a vastas e novas buscas, sendo presos num jogo sem fim e sem resultado.
Várias especulações  apareceram para os motivos da morte da pequena Joana. Em primeira mão, especulou-se que a menina teria apanhado os dois irmãos – a mãe Leonor e o tio João – em plenos atos sexuais e decidiram matá-la de forma a que a pequena Joana não contasse o que tinha visto. Noutra versão, foi especulado que o casal teria decidido vender a menina mas o dinheiro não apareceu. A menina apercebeu-se de qual seria o seu destino. Protestou e acabou morta à pancada pela própria mãe e pelo tio. As pessoas em quem mais confiava.

O tribunal português acabou por dar como provado que Leonor e o irmão decidiram apagar todos os vestígios do crime, eliminando qualquer rasto do corpo da pequena Joana. Segundo a decisão  e veredito do tribunal, o corpo de Joana foi cortado em pedaços com uma faca e outro objeto metalizado ainda por identificar e com os seus restos mortais enfiados em três sacos de plástico. O destino desses mesmos restos mortais nunca foi realmente e verdadeiramente identificado. Porém, a especulação da própria investigação e da própria comunidade em si apontam como provável que os restos mortais de Joana tenham sido dados de comer aos porcos.


Em novembro de 2005, Leonor é condenada em Tribunal de Júri a 20 anos e quatro meses de prisão e João a 19 anos e dois meses de prisão.


Em tribunal, Leonor foi descrita como cruel e perversa, usando a própria filha como carrasco, juntamente com o irmão João.

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