Conhecidos virtuais – Assassinos reais

Um celular nas mãos, uma rede social, um desconhecido atraente, um bom papo e um possível encontro com a morte.

Alessandra de Freitas Horth, de 24 anos, em 2019, após desaparecer ao sair para um encontro marcado pela internet, e ser dada como desaparecida, foi encontrada por policiais militares em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Ela foi espancada e colocada em um saco plástico.

A empresária Elaine Caparróz, de 55 anos, foi espancada por quatro horas pelo advogado Vinícius Batista Serra, de 27 anos, em 2019. Eles se conheceram em uma rede social e estavam conversando há oito meses. Ela o convidou para jantar em seu apartamento, na Barra da Tijuca — RJ.

Vinícius resolveu dormir no local, a abraçou e pediu para que ela dormisse com a cabeça em seu peito. “Ela estava há um ano sem ninguém, achou que seria a chance de estar com um cara legal.” Porém, acordou sendo agredida violentamente. Ele batia, xingava, mordia, e esmurrava ela.

Os gritos dela fizeram com que vizinhos fossem até o apartamento, a encontrando desacordada. Vinícius tentou escapar, mas foi barrado na portaria e preso em flagrante. Elaine ficou em estado grave na UTI, e passou por cirurgias devido a fraturas graves, trauma de pulmão e rins.

Angela Russo de 24 anos, marcou um encontro com Lashawn Johnson, de 25 anos, que conheceu através de um site de relacionamentos. Foi encontrada morta em uma cova rasa na área deserta de Tonopah — Phoenix. Johnson era casado e tinha o costume de trair marcando encontros online.

Maria Carla, de 18 anos, marcou um encontro pelas redes sociais em Olho D’Água Grande, no ano 2019, e desapareceu. Mais tarde, foi encontrada morta. O vizinho, José Welligton, de 32 anos, havia criado um perfil falso chamado Yuri e mandou mensagens para ela, até “se encontrarem”. Ela foi estrangulada até a morte e encontrada em uma cova rasa em uma casa abandonada, despida. Porém, o laudo não conseguiu apontar se ela foi vítima de violência sexual. José Welligton também foi encontrado morto, ele cometeu suicídio um dia após a jovem desaparecer.

Breck Bednar, de 14 anos e filho de milionários, foi morto à facadas no pescoço, na Inglaterra. Breck avisou que dormiria na casa de um amigo, e foi direto pro apartamento do assassino, Lewis Daynes, de 19 anos. Ambos eram viciados em jogos de violência e jogavam juntos online.

Uma menina de 11 anos, que foi estuprada por um adolescente de 15, ao marcar um encontro após conhecê-lo no Facebook. O crime ocorreu em uma noite de 2019, no bairro Cidade de Deus, Zona Norte de Manaus. O adolescente foi apreendido pela polícia, por estupro e cárcere privado.

Sydney Loofe de 24 anos, conheceu no Tinder, Bailey Boswell de 23 anos, e acabou marcando um encontro com ela. Desde então, Sydney desapareceu e não mandava mensagem para os pais. Mais tarde, o cadáver dela foi encontrado. Bailey e o namorado de Bailey, de 51 anos, foram presos.

O cabeleireiro Kevin Bacon, de 25 anos, foi assassinado e vítima de canibalismo após um encontro em Michigan — EUA, com Mark Latunski, de 50 anos, que conheceu no aplicativo Grindr. Mark o assassinou com facadas nas costas e garganta, cortou e comeu os testículos dele.

Ingrid Lyne de 40 anos, saiu com John Robert Charlton de 37 anos, que conheceu na internet, para assistir um jogo de beisebol, e desapareceu. Partes de seu corpo foram encontrados em lixeiras em frente uma casa de Seattle. Ela foi morta e esquartejada ainda naquela noite.

Lucas Chaves Pinho, de 32 anos, desapareceu após marcar um encontro no aplicativo Hornet, uma rede social para homossexuais. Seu cadáver foi encontrado em um terreno baldio na Via Light, zona Oeste do Rio de Janeiro, atrás de um lixão, na comunidade Rio das Pedras.

Uma menor de idade conheceu o feirante Wanderlei Pires dos Santos Júnior, de 26 anos, no Free Fire. Ele se passava por adolescente com fotos fakes. Por lá, pediu o número de telefone da criança e, após diversas tentativas, marcou um encontro, onde abusou sexualmente dela. A vítima saiu da casa, na segunda etapa do Bairro Alvorada, sem informar aos familiares onde iria. Ele a tratou com grosseria, a obrigou a ter relações sexuais com ele, e a ameaçou de morte caso contasse algo para os familiares.

Alicia Kozakiewicz, de 13 anos, conheceu online um garoto em 2001, que também dizia ter 13 anos. Eles marcaram de se encontrar em 1º de janeiro de 2002. Um carro parou ao lado dela e o motorista a arrastou para dentro do carro. O garoto, na verdade, era Scott Tyree, de 38 anos.

Dias após o sequestro, as autoridades receberam uma dica anônima sobre o paradeiro dela. A polícia invadiu a casa dele, onde encontraram Alicia nua e acorrentada ao chão. Tyree, estava no trabalho quando a polícia encontrou a vítima, mas logo foi condenado a 19 anos e sete meses. Ele foi libertado no início de 2019, mas foi enviado de volta à prisão no mesmo ano, depois de violar sua liberdade condicional. Aos 14 anos, a vítima começou o “Projeto Alicia”, que tem como objetivo educar famílias e crianças sobre os perigos de conhecer estranhos.

Stephen Port, de 40 anos, foi preso pelo assassinato de quatro homens em Londres. Ele escolhia as vítimas por um aplicativo de encontros para homossexuais. Anthony Walgate, Gabriel Kovari, Jack Taylor e Daniel Withworth, foram mortos entre 2014 e 2015, durante os encontros.

Emmanuel Delani e Francia Ruth Ibarra, ambos de 26 anos, no México, se conheceram no Tinder e se encontraram poucas vezes com a ajuda do aplicativo. Foi então que, em Dezembro de 2016, Francia foi assassinada e dissolvida em ácido por se recusar a ter relações sexuais com ele.

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